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Esta instituição tem como princípio de base a vertente personalista e vertente comunitária. Esta vertente tem a sua génese na pessoa humana e por isso todo o trabalho na instituição parte das pessoas.
Para além deste trabalho a APADIMP não esquece a necessidade de alargar os seus domínios de actuação pelo conhecimento que tem dos problemas sociais e pela proximidade e relação que com eles estabelece.
As instituições têm, por isso, um papel importantíssimo na promoção e desenvolvimento de serviços sociais, porque se situam entre os cidadãos e os Estados, assegurando assim um maior equilíbrio na sociedade.
Encaixa neste sistema de actuação e criação de várias valências sempre com o objectivo de responder ás necessidades do concelho. Procura-se acima de tudo que as respostas (valências) tenham grande qualidade pois só assim a instituição se desenvolve, evolui, responde com eficácia a todas as fases da vida da pessoa com deficiência, ou seja todo o seu ciclo vital consolidando assim os valores de integração sociocultural dinamizando estruturas e adoptando modelos de atendimento personalizado. A nível organizacional todas as áreas (valências) têm princípios orientados claros, privilegia-se o modelo de eficácia, que pretende ter o mínimo de pessoal possível privilegiando-se no elevado grau de polivalência de alguns trabalhadores.
Todos os passos são orientados para a construção de um futuro desejável apoiado em orientações sólidas e fiáveis planeadas estrategicamente e interdisciplinarmente, neste sentido a APADIMP funciona como um recurso e um serviço social para o Vale do Sousa e outros concelhos limítrofes permitindo a concretização eficaz e eficiente dos objectivos comuns definidos por esta população com deficiência, apostando em parcerias, na convergência de reforços e na rentabilização dos recursos, de modo a estruturar e dinamizar um processo de desenvolvimento sustentável na instituição e comunidade local.
É neste contexto que a instituição desenvolve estratégias de acção e intervenção que de certa forma contrariam as politicas económicas, sociais, educativas actuais, assumindo uma atitude dinâmica, optimista que releve em primeiro lugar as potencialidades das instituições na prestação de serviços de elevada qualidade para com as pessoas com deficiência. Esta postura procura acima de tudo que esta população deixe de ser ignorada, esquecida, reforçando sempre a ideia de que as pessoas com deficiência podem e devem como qualquer cidadão de pleno direito tomar parte activa em todas as esferas da sociedade.